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11-07-2019

Presidente da Associação Industrial fala em “inevitabilidade da modernização através da transformação digital”.



Fernando Paiva de Castro, presidente da AIDA CCI, abriu o Simposium “Aveiro 4.0”, em Oliveira de Azeméis, com mensagem sobre a “inevitabilidade da modernização através da transformação digital”.

O dirigente que hoje toma posse para o terceiro mandado, explica que o Simposium Aveiro 4.0 é “precisamente uma ferramenta para esse caminho que todas as empresas e todas as pessoas terão de seguir”.

Pegando no desafio lançado pelo presidente da Câmara de Comércio e Indústria do Distrito de Aveiro, Mário Maciel Caldeira apresentou uma intervenção que chamou, “de forma provocatória”, de Indústria 4.1, “porque o facto de existirem tecnologias – porque hoje já existem muitas das que chamámos tecnologias do futuro –, não significa que tiremos delas o melhor partido, que exploremos todo o seu potencial”.

Na opinião do especialista, a nossa evolução está ainda nos 3.7 ou 3.8, há um caminho a percorrer para estarmos em pleno no 4.0 ou 4.1, onde se destacam sobretudo a Internet of Things, o Big Data e a Artificial Intelligence.

O que as empresas querem realmente, explicou, são os benefícios que as tecnologias trazem, porque estas tecnologias já existem de facto, podemos é não estar a explorá-las da melhor forma.

“O sucesso das tecnologias está associado à forma como as empresas conseguem tirar melhor partido dessas tecnologias para seu benefício, porque é isso que as empresas querem: benefícios”.

Pedro Cilínio, diretor de Investimento para a Inovação e Competitividade do IAPMEI, falou sobre “Tecnologia, Clusters e Competitividade Regional”, o segundo tema da manhã no Simposium Aveiro 4.0.

Refere que Portugal tem uma das baixas taxas de investimento da União Europeia, que tem ainda uma insuficiência das ligações ferroviárias e marítimas, o que dificulta o acesso das empresas ao mercado único.

Deixou com pistas a importância de valorizar a inovação de produto, processo, organizacional e de marketing, pela Economia Circular e pela Colaboração em Rede.

“A colaboração será a palavra de ordem do futuro”, concluiu.

Luís Mira Amaral, presidente dos Conselhos da Indústria e Energia da CIP, destacou a diferença entre setores, uma mera agregação estatística de empresas, e clusters, que agregam sinergias e conhecimento.

Para Luís Mira Amaral, não é suficiente falar de tecnologia sem falar na qualificação dos recursos humanos, o principal entrave ao crescimento das empresas.

Aqui destaca-se a ligação das instituições de ensino superior dos centros de conhecimento às empresas, porque só assim se coloca a investigação ao serviço da inovação, e referiu os “excelentes exemplos” identificados num estudo recente da CIP: Politécnico de Leiria, Politécnico do Porto, Universidade de Aveiro e Universidade do Minho.

Eduardo Anselmo Castro, vice-reitor da Universidade de Aveiro, defendeu igualmente que, mais do que investigação básica, é necessário promover a investigação aplicada que chegue às empresas.

A qualificação dos recursos humanos trata-se também de antecipar e preparar o futuro, pensar onde queremos estar daqui a alguns anos, e a qualificação deve ser feita ao longo da vida, e em diferentes níveis.

“Se nos tentamos adaptar no momento, não estamos a ser estratégicos, estamos a ser apenas imitadores, e não nos estamos realmente a preparar para o futuro”, defendeu.

João Rocha, administrador da PRIO, mostrou como a empresa tem feito a sua evolução, através da inovação, da colaboração, até de parcerias, e com forte aposta nas tecnologias.

A ligação à Universidade de Aveiro, de onde é “natural” a PRIO, foi fundamental neste aspeto, já que tem permitido à empresa usar a investigação para a inovação nos produtos e nos serviços.

As políticas inteligentes para as regiões são fundamentais, na opinião de todos os oradores do painel, que consideram fundamental que o governo, as regiões, as autarquias apostem seriamente em políticas que chamem as pessoas para as cidades e municípios que têm menos fatores de atratividade, quer ao nível económico e fiscal, para a fixação de empresas, quer ao nível da formação ou das condições de habitação e disponibilização de serviços, que ajudarão, em muito, a fixação de pessoas.

 

 


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